O Cronovisor do Pe Ernetti AH

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CRONOVISOR: A TEORIA CONSPIRATÓRIA DA ‘MÁQUINA DO TEMPO’ USADA PARA OBSERVAR A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

Um dispositivo que teria ajudado as pessoas a terem uma visão inédita de tudo o que a humanidade viveu? Tem quem acredite...

FABIO PREVIDELLI PUBLICADO EM 21/03/2021, ÀS 08H00

Imagem de uma crucificação
Imagem de uma crucificação - Wikimedia Commons

O Arquivo Apostólico do Vaticano contém documentos sobre a vida da Igreja Católica universal que datam desde o século 8 até o presente, como explica notícia publicada pelo site Aventuras na História em 2019.  

Ao todo, dois andares de cimento armado em um cofre subterrâneo, conhecido como “The Bunker”, abrigam 85 quilômetros de prateleiras espalhadas, que possuem, ao todo, 600 coleções diferentes de documentos.  

Os arquivos dão conta desde o julgamento de Galileu Galilei na inquisição até cartas do rei Henrique VIII pedindo o divórcio de Catarina de Aragão, antes de se casar com Ana Bolena. Entretanto, um assunto um conspiratório acabou sendo alvo do Vaticano: O cronovisor, uma espécie de máquina no tempo. Entenda! 

O cronovisor 

Segundo reportagem do All That Interesting, o cronovisor seria um dispositivo que dá ao usuário a capacidade de ver através do tempo. Feito de uma antena composta de uma liga de metais não revelados, seu design cilíndrico é composto por um tubo visualizador e projetor de três dimensões, que recebem sinais de som e luz em todos os comprimentos de onda.  

Suposto projeto do dispositivo / Crédito: Domínio Público

 

Assim, segundo a reportagem, o equipamento permitiria que seu usuário documentasse eventos do passado, como até mesmo a crucificação de Jesus Cristo. O que forneceria uma visão inédita de tudo o que a humanidade viveu.  

A sua existência nunca foi provada, contudo, um livro de 2002, escrito pelo Padre François Brune, chamado "Le Nouveau Mystère du Vatican" (ou, “O novo mistério do Vaticano”), disse o contrário. 

Segundo Brune, o Cronovisor foi desenvolvido pelo Padre Pellegrino Ernetti, um monge beneditino. Ernetti, supostamente, manteve o dispositivo em segredo até o início dos anos 1960, quando confidenciou sua existência a Brune, lhe dizendo que 12 cientistas, incluindo o famoso físico Enrico Fermi e o ex-cientista nazista Wernher von Braun, o ajudaram a construí-lo. 

A origem da invenção 

No livro, Brune explica como conheceu o Padre Ernetti em um passeio de barco pelo Grande Canal de Veneza, no início dos anos 1960. Como eles eram bem entendidos da história das línguas antigas, logo o papo fluiu naturalmente. Porém, tudo mudou quando o sacerdote direcionou sua conversa para a ciência. 


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